«Êxito extraordinário»<br> da greve na <em>CGD</em>
Com um nível global de adesão situado entre 75 e 80 por cento dos trabalhadores, o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD considerou que a greve de 28 de Abril representou «um êxito extraordinário».
Para a Direcção do STEC, esta luta veio comprovar «o grande sentimento de protesto e a profunda indignação» dos trabalhadores da CGD, perante a atitude da administração, que pretende impor uma actualização salarial de apenas 2,5 por cento.
Numa nota de imprensa, divulgada a meio da manhã do dia da greve, o sindicato afirmava que «centenas de agências» da Caixa estiveram «completamente encerradas», enquanto «muitas outras» abriram as portas «mas apenas para prestarem informações aos clientes e, em alguns casos, à base de trabalhadores contratados a prazo, que não fazem greve apenas por receio do seu futuro».
Da administração do banco, o STEC espera que «saiba tirar as ilações do protesto dos trabalhadores, hoje evidenciado, e altere a sua posição». Entretanto, o sindicato afirma que «continuará, por todos os meios ao seu alcance, a defender os aumentos salariais justos e dignos a que os trabalhadores da CGD têm direito».
Aos clientes
Aos clientes da Caixa Geral de Depósitos, o sindicato e os trabalhadores em greve divulgaram um comunicado, explicando que foram «forçados a assumir esta forma de luta, face à atitude de intransigência negocial e de sobranceria que a administração decidiu tomar, rompendo as negociações e aplicando unilateralmente 2,5 por cento de aumento salarial».
No documento, publicado igualmente no sítio Internet do sindicato (em www.stec.pt ), recorda-se que a CGD apresentou lucros superiores a 535 milhões de euros (mais 30 por cento, relativamente ao ano anterior), mas «entende que aqueles que mais contribuíram para esses lucros – os seus trabalhadores – têm apenas direito a um aumento que, ao ficar abaixo da inflação (3,1 por cento no final de Março) conduz a uma redução do seu salário real». «Esta atitude da administração da CGD, para com os trabalhadores da empresa, torna-se ainda mais revoltante quando são do conhecimento público as altas remunerações que os membros da administração recebem e as diversas benesses de que ainda beneficiam», protesta o STEC, apelando à compreensão e solidariedade dos clientes.
Numa nota de imprensa, divulgada a meio da manhã do dia da greve, o sindicato afirmava que «centenas de agências» da Caixa estiveram «completamente encerradas», enquanto «muitas outras» abriram as portas «mas apenas para prestarem informações aos clientes e, em alguns casos, à base de trabalhadores contratados a prazo, que não fazem greve apenas por receio do seu futuro».
Da administração do banco, o STEC espera que «saiba tirar as ilações do protesto dos trabalhadores, hoje evidenciado, e altere a sua posição». Entretanto, o sindicato afirma que «continuará, por todos os meios ao seu alcance, a defender os aumentos salariais justos e dignos a que os trabalhadores da CGD têm direito».
Aos clientes
Aos clientes da Caixa Geral de Depósitos, o sindicato e os trabalhadores em greve divulgaram um comunicado, explicando que foram «forçados a assumir esta forma de luta, face à atitude de intransigência negocial e de sobranceria que a administração decidiu tomar, rompendo as negociações e aplicando unilateralmente 2,5 por cento de aumento salarial».
No documento, publicado igualmente no sítio Internet do sindicato (em www.stec.pt ), recorda-se que a CGD apresentou lucros superiores a 535 milhões de euros (mais 30 por cento, relativamente ao ano anterior), mas «entende que aqueles que mais contribuíram para esses lucros – os seus trabalhadores – têm apenas direito a um aumento que, ao ficar abaixo da inflação (3,1 por cento no final de Março) conduz a uma redução do seu salário real». «Esta atitude da administração da CGD, para com os trabalhadores da empresa, torna-se ainda mais revoltante quando são do conhecimento público as altas remunerações que os membros da administração recebem e as diversas benesses de que ainda beneficiam», protesta o STEC, apelando à compreensão e solidariedade dos clientes.